Furacão Melissa, Télécoms Sans Frontières, Haiti
Um trabalhador humanitário da Cruz Vermelha conversa com um técnico de telecomunicações ao ar livre

Conectividade rápida para socorro em desastres

Conectividade em ação: Télécoms Sans Frontières, restaurando a comunicação para salvar vidas e reunir famílias.

Quando o desastre acontece, as comunicações caem

Télécoms Sans Frontières (TSF), uma ONG humanitária, fornece conectividade de emergência após desastres naturais. Depois que o Furacão Melissa, uma tempestade de Categoria 5, atingiu a Jamaica em outubro de 2025, a TSF precisou restaurar a comunicação rapidamente. Junto com os parceiros da Eutelsat, eles foram imediatamente mobilizados para que as populações afetadas pudessem receber ajuda e se reconectar com seus entes queridos.

O desafio

Deslizamentos de terra, inundações e ventos fortes destruíram redes de energia e de comunicações:
•    Comunidades atingidas: Milhares deslocados, escolas fechadas, 120 mil casas danificadas
•    Desestabilização econômica: As empresas locais fecham
•    Serviços públicos: Autoridades de saúde relataram surtos de doenças

A necessidade

A Télécoms Sans Frontières precisou criar uma linha de vida para as ações humanitárias, exigindo:
•    Voz e dados para operações de campo e suporte médico
•    Acesso para as famílias compartilharem informações vitais
•    Serviços de rede confiáveis para as comunicações exigidas pelo direito humanitário
 

Solução

Fornecemos conectividade de fácil ativação e rápida implantação com serviço ininterrupto pelo tempo necessário. Isto permitiu:
•    Instalações rápidas para a coordenação de salvamento e provisão médica
•    Canais de voz e dados seguros para as equipes humanitárias
•    Conectividade para as famílias se comunicarem e se reunirem
 

À medida que os jamaicanos no país e no exterior se reuniram para reconstruir e se recuperar após o Furacão Melissa, a importância de sistemas de comunicação confiáveis e resilientes nunca foi tão clara. Na Neptune Communications, estamos profundamente honrados de estar ao lado dos nossos parceiros da Eutelsat para apoiar os primeiros socorristas, serviços de emergência e comunidades da Jamaica com a conectividade que eles precisam — quando é mais importante. Permanecemos firmes, presentes e trabalhando para manter a #AlwaysOn da Jamaica durante este período desafiador. Juntos, estamos confiantes de que a Jamaica será em breve reconectada e estará mais forte do que nunca.

 

Julian Jordan

CEO da Neptune Communications

 

Impacto: Vidas salvas, famílias REUnidas

Com 1.500 dispositivos únicos acessando Wi-Fi e quatro centros de coordenação conectados apenas para TSF, a conectividade por satélite facilitou:
•    Resposta humanitária mais rápida: As equipes de ajuda coordenaram o resgate e o apoio médico sem demora
•    Reunião de famílias: Milhares se reconectaram com seus entes queridos durante a crise
•    Resiliência operacional: A TSF manteve a comunicação ininterrupta durante toda a emergência
 

Frequently Asked Questions About Satellite Connectivity for Disaster Relief

How does satellite connectivity work in a disaster zone?

Portable satellite terminals, including VSAT systems, can be activated within hours of arrival on site, establishing broadband links without relying on damaged ground infrastructure. These terminals connect directly to geostationary (GEO) satellites positioned above the Earth, providing stable, wide-area coverage across remote and affected regions. In the Hurricane Melissa deployment, Télécoms Sans Frontières and Eutelsat partners established critical communications infrastructure immediately, enabling aid coordination and family reunification from day one. Pre-configured, plug-and-play terminals minimise setup time, whilst pre-approved procurement frameworks ensure regulatory compliance is maintained even under urgent conditions.

What makes satellite connectivity more reliable than terrestrial networks during natural disasters?

Satellites operate independently of ground infrastructure, so when floods, landslides or severe storms destroy fibre cables and mobile towers, satellite systems continue to function without interruption. Eutelsat's multi-orbit architecture can combine the stability and bandwidth of GEO satellites with the more low-latency agility of LEO constellations, delivering robust, redundant connectivity across all terrains. This independence from vulnerable terrestrial infrastructure ensures that satellite internet remains available precisely when it is needed most—during the critical hours and days following a disaster, enabling communication during disasters and maintaining the flow of information between response teams.

What satellites are used in disaster management?

Disaster management can rely on both GEO and LEO satellites to deliver resilient connectivity in crisis zones. GEO satellites, positioned in geostationary orbit, provide stable, high-capacity broadband coverage over wide geographic areas, supporting coordination centres, field hospitals and command operations with continuous connectivity. LEO constellations, orbiting closer to Earth, deliver low-latency, high-speed links that enable real-time collaboration, situational reporting and rapid data exchange between agencies. Eutelsat's multi-orbit approach integrates both GEO and LEO capabilities, ensuring that disaster management teams maintain uninterrupted communication even when terrestrial networks are destroyed, with redundant paths and priority access for mission-critical operations.

Can satellite connectivity scale to support large-scale relief efforts?

Bandwidth can be scaled dynamically to serve coordination centres, field hospitals and evacuation points simultaneously, ensuring that multiple agencies and response teams maintain uninterrupted communication. In the Hurricane Melissa case study, the satellite system supported 1,500 unique devices and four coordination centres for TSF alone, demonstrating the capacity to handle large-scale, multi-site operations. This scalability is essential for complex relief efforts where humanitarian teams, government agencies and emergency services must collaborate in real time to deliver aid, coordinate rescue missions and restore public services across affected regions.